Terça-feira, 13 de Julho de 2004

...até já, meu amor...

«Um até já, meu amor que por amor se corre e por amor se não percorre; um até já, meu amor, pelas correrias que correste e pelas paragens à minha espera; um até já, meu amor pelo amor caminhado, pelo amor parado como os dias que correm á nossa frente e nos arrastam irremediavelmente para essa morte, a morte do amor que de amor morreu no dia em que em vez de um até já, me disseste adeus.»





(from: indeterminado)
publicado por quim às 11:19

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10 comentários:
De quim a 15 de Julho de 2004 às 09:31
...to Nelson: obrigado, retribuo o abraço...
De Nelson Ferreira a 14 de Julho de 2004 às 14:18
Fico contente que concordes comigo. Não pelo facto das minhas palavras estarem correctas mas sim por estarem em sintonia com a tua linha de raciocínio.

Este lobo conhece as coisas boas da vida e faz questão de as apreciar.

Abraço Quim
De quim a 14 de Julho de 2004 às 10:28
...to Nelson: na verdade, um lobo nunca esquece o caminho (o caminho que percorreu, o caminho que está a percorrer e sabe que haverá sempre mais caminhos a caminhar...)... abraço
De quim a 14 de Julho de 2004 às 10:26
...to Angeliser: um lobo NUNCA se afasta... **
De quim a 14 de Julho de 2004 às 10:26
...to Aran: como saber o futuro?... beijos
De quim a 14 de Julho de 2004 às 10:25
...to Eduardo: talvez a nostalgia de um ser na falta do outro... abraço
De Nelson Ferreira a 14 de Julho de 2004 às 08:47
Um até já profundo e sentdo.
Um até já que mais parace um adeus ou um até sempre.
Um adeus dissimulado?
Um -não te esqueças de mim mesmo que eu me afaste?
Seja lá como for, um lobo conhece sempre o caminho de regresso.

Abraço e até breve
De angeliser a 13 de Julho de 2004 às 21:51
Que seja um até já rápido.
Um lobo nunca se afasta muito tempo da sua Lua.
Um uivar de 1 lobo [[[[]]]]
www.poetaslunares.blogs.sapo.pt
De Aran_aran a 13 de Julho de 2004 às 21:44
Há quem diga "até já" e não volta mais e há quem diga "adeus" e volta a atrás... beijos doces...
De eduardo a 13 de Julho de 2004 às 16:05
Este "até já" poderia ser o prefácio de um livro de amor, o corolário de um poema de morte, a nostalgia de um ser na falta do outro. Mas indeterminado, nunca. Podia até ser um destino. O teu. O meu.
Abraço.

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